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Organização e economia
Organização e economia

Na noite do último dia 12 (segunda-feira), a Câmara de Vereadores de Machado aprovou, em Sessão Ordinária, a proposta que promove adequações e cortes de gastos no município. A medida, criada pela equipe da Gestão 2017 / 2020, estipula a reestruturação administrativa e organizacional de todas as secretarias da Prefeitura e também reestabelece cargos de servidores que estavam defasados, atualizando-os e extinguindo outros, além de estipular a padronização das gratificações e funções de confiança da Administração, o que deve reduzir a folha de pagamento do Executivo em mais de R$ 600 mil durante todo o mandato.�Para o prefeito Julbert a aprovação do projeto atende totalmente aos princípios da governabilidade. “O que é válido enfatizar é que, hoje, todo o país vive uma grande crise econômica e política. Diante disso, o que temos que pensar é na reestruturação do órgão que gerenciamos, sempre pensando no melhor para a população. Ao tomar essas medidas, acredito que supriremos diversas necessidades que a nossa comunidade anseia e que deveriam ter sido feitas há um bom tempo. Por isso, é chegada a hora de mudarmos os rumos da Administração para melhor, para atender o bem coletivo”.�O prefeito também explicou os motivos que o levaram a adotar esta postura. “Todos sabem que queremos o melhor para o nosso município. E foi pensando nisso que resolvi adotar essas medidas de reestruturação da máquina pública, almejando promover um corte em cargos que já estavam defasados e que necessitavam de uma readequação. Cortando 85 cargos e criando 89, ou seja, quatro a mais, não teremos gastos extras, mas, sim, uma economia de aproximadamente R$ 600 mil em todo o mandato, o que pode ser investido em outros setores e em prol da população”.
A aprovação da proposta se deu por nove votos a dois. Adriano Viana (Peixinho), Alvina Ferreira, Clayton Nery, Ilton Lino Filho (Piquira), José Pereira Lima Filho (Alemão), José Serafini, Luiz Gonzaga Xavier (Luizinho da Emater) e Matheus Domingues (Matheus Jovem de Deus) se posicionaram a favor. Evâneo Caixeta e Renata Dias foram contra a medida. O presidente da Casa, Erivelto Ângelo, possuía voto de minerva e não teve que utilizá-lo. Já o edil Messias Martins (Melão) não foi à reunião, pois encontrava-se licenciado por problemas de saúde.